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ELLEBrasil

 
ellebrasil ELLE Brasil
2017-09-19 19:51:59
 
ellebrasil Amor não é doença. É cura. Nos posicionamos contra qualquer forma de LGBTfobia, e estamos ao lado de quem sabe o que as últimas notícias implicam, de quem não ignora as consequências de políticas letais e de quem escolhe um futuro melhor, sem saudosismo de um passado obscuro. Nos mantemos firmes no que acreditamos para que, aos poucos, uma ignorância histórica seja corrigida.
Amor não é doença. É cura. Nos posicionamos contra qualquer forma de LGBTfobia, e estamos ao lado de quem sabe o que as últimas notícias implicam, de quem não ignora as consequências de políticas letais e de quem escolhe um futuro melhor, sem saudosismo de um passado obscuro. Nos mantemos firmes no que acreditamos para que, aos poucos, uma ignorância histórica seja corrigida.
 
2017-09-19 19:51:51
ellebrasil Amor não é doença. É cura. Nos posicionamos contra qualquer forma de LGBTfobia, e estamos ao lado de quem sabe o que as últimas notícias implicam, de quem não ignora as consequências de políticas letais e de quem escolhe um futuro melhor, sem saudosismo de um passado obscuro. Nos mantemos firmes no que acreditamos para que, aos poucos, uma ignorância histórica seja corrigida.
Amor não é doença. É cura. Nos posicionamos contra qualquer forma de LGBTfobia, e estamos ao lado de quem sabe o que as últimas notícias implicam, de quem não ignora as consequências de políticas letais e de quem escolhe um futuro melhor, sem saudosismo de um passado obscuro. Nos mantemos firmes no que acreditamos para que, aos poucos, uma ignorância histórica seja corrigida.
2017-09-19 19:51:36
 
ellebrasil Amor não é doença. É cura. Nos posicionamos contra qualquer forma de LGBTfobia, e estamos ao lado de quem sabe o que as últimas notícias implicam, de quem não ignora as consequências de políticas letais e de quem escolhe um futuro melhor, sem saudosismo de um passado obscuro. Nos mantemos firmes no que acreditamos para que, aos poucos, uma ignorância histórica seja corrigida.
Amor não é doença. É cura. Nos posicionamos contra qualquer forma de LGBTfobia, e estamos ao lado de quem sabe o que as últimas notícias implicam, de quem não ignora as consequências de políticas letais e de quem escolhe um futuro melhor, sem saudosismo de um passado obscuro. Nos mantemos firmes no que acreditamos para que, aos poucos, uma ignorância histórica seja corrigida.
 
2017-09-19 16:30:10
ellebrasil “Eu fui jovem durante os anos 1980, então realmente usava muita maquiagem. Desde um pó compacto branco com boca bem vinho até os olhos multicoloridos da turma new wave. O legal é que não era para cobrir nada, era tudo pelo glamour, para fazer parte desse mundo de exagero. Mas, a medida que eu fui envelhecendo, comecei a me achar estranha de maquiagem. Fiquei muito natural na maneira de ser. Até na roupa, deixei de lado os enfeites. Não gosto mais de nada muito artificial, as vezes acho que fica pesado até quando passo um batom mais forte. Sou adepta de um jeito de viver mais simples e acho que a maquiagem entra nesse pacote. (…) Não é que eu não uso nada: aqui tem base, corretivo, iluminador e até blush. Mas, uso de um jeito delicado que parece que estou usando nada.
/
Esta é a maneira como @susanabarbosa mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma.

Foto: @ludmilabernardi
“Eu fui jovem durante os anos 1980, então realmente usava muita maquiagem. Desde um pó compacto branco com boca bem vinho até os olhos multicoloridos da turma new wave. O legal é que não era para cobrir nada, era tudo pelo glamour, para fazer parte desse mundo de exagero. Mas, a medida que eu fui envelhecendo, comecei a me achar estranha de maquiagem. Fiquei muito natural na maneira de ser. Até na roupa, deixei de lado os enfeites. Não gosto mais de nada muito artificial, as vezes acho que fica pesado até quando passo um batom mais forte. Sou adepta de um jeito de viver mais simples e acho que a maquiagem entra nesse pacote. (…) Não é que eu não uso nada: aqui tem base, corretivo, iluminador e até blush. Mas, uso de um jeito delicado que parece que estou usando nada." / Esta é a maneira como @susanabarbosa mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma. Foto: @ludmilabernardi
2017-09-19 16:01:26
 
ellebrasil “A vida inteira, o meu cabelo sempre foi cacheado e cresci ouvindo as pessoas perguntarem para mim: 'mas, por que você não alisa?’ e eu sempre disse que amava meu cabelo. Sofri bastante por ser diferente das outras meninas no colegial, achava que os meninos não queriam ficar comigo por causa disso. De uns três anos para cá, eu realmente aprendi a cuidar dos meus cachos e deixá-los mais soltos. Antigamente era muito mais difícil porque não tinha a mesma quantidade e variedade de produtos como hoje. Foi depois desse aprendizado que eu comecei a brincar: fiz luzes, fiz trança, pintei de roxo, de azul, de rosa, de roxo, azul e rosa ao mesmo tempo e agora ele está assim, todo multicolor! (…) Eu sou da Bahia e aprendi a usar maquiagem quando cheguei em São Paulo. Aqui, descobri que adoro um batom bem colorido, bem forte e cílios alongados.
/
Esta é a maneira como @daylanecerqueira mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma.

Foto: @ludmilabernardi
“A vida inteira, o meu cabelo sempre foi cacheado e cresci ouvindo as pessoas perguntarem para mim: 'mas, por que você não alisa?’ e eu sempre disse que amava meu cabelo. Sofri bastante por ser diferente das outras meninas no colegial, achava que os meninos não queriam ficar comigo por causa disso. De uns três anos para cá, eu realmente aprendi a cuidar dos meus cachos e deixá-los mais soltos. Antigamente era muito mais difícil porque não tinha a mesma quantidade e variedade de produtos como hoje. Foi depois desse aprendizado que eu comecei a brincar: fiz luzes, fiz trança, pintei de roxo, de azul, de rosa, de roxo, azul e rosa ao mesmo tempo e agora ele está assim, todo multicolor! (…) Eu sou da Bahia e aprendi a usar maquiagem quando cheguei em São Paulo. Aqui, descobri que adoro um batom bem colorido, bem forte e cílios alongados." / Esta é a maneira como @daylanecerqueira mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma. Foto: @ludmilabernardi
 
2017-09-19 15:29:58
ellebrasil “Na mesma medida em que minha avó era completamente alucinada por maquiagem - de ter aquelas penteadeiras lotadas de produtos - meus pais, que são médicos, tinham um discurso avesso a isso. ’Você nasceu perfeita’, eles diziam. Por outro lado, todo mundo na minha família sempre amou tomar sol e é uma coisa que eu também aprendi a gostar. (…) Acho que na faculdade foi quando eu realmente deixei de passar a mesma maquiagem das minhas amigas do colegial (base, corretivo, iluminador) para fazer alguns experimentos: picotei todo o meu cabelo, fiquei semanas sem usar secador, passei um bom tempo 100% livre de maquiagem. Hoje, sinto que tenho mais segurança para viver sem ter que esconder minhas manchinhas, realçando aquilo que faz de mim a pessoa que sou. Não aguento mais o mesmo make praia dourado iluminado e sem graça de sempre. Estou mais tranquila, estou sempre brincando. Protetor solar e muita água são as únicas constantes
/
Esta é a maneira como @isabelayu mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma.

Foto: @ludmilabernardi
“Na mesma medida em que minha avó era completamente alucinada por maquiagem - de ter aquelas penteadeiras lotadas de produtos - meus pais, que são médicos, tinham um discurso avesso a isso. ’Você nasceu perfeita’, eles diziam. Por outro lado, todo mundo na minha família sempre amou tomar sol e é uma coisa que eu também aprendi a gostar. (…) Acho que na faculdade foi quando eu realmente deixei de passar a mesma maquiagem das minhas amigas do colegial (base, corretivo, iluminador) para fazer alguns experimentos: picotei todo o meu cabelo, fiquei semanas sem usar secador, passei um bom tempo 100% livre de maquiagem. Hoje, sinto que tenho mais segurança para viver sem ter que esconder minhas manchinhas, realçando aquilo que faz de mim a pessoa que sou. Não aguento mais o mesmo make praia dourado iluminado e sem graça de sempre. Estou mais tranquila, estou sempre brincando. Protetor solar e muita água são as únicas constantes" / Esta é a maneira como @isabelayu mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma. Foto: @ludmilabernardi
2017-09-19 15:00:48
 
ellebrasil “Eu uso um pouco de corretivo porque tenho muita olheira, geneticamente falando. Não é nem exatamente para esconder, mais para suavizar um pouco. Tenho preguiça de usar muito mais, um pouquinho de blush só, porque a gente passa o dia inteiro no escritório… Não dá, né? Agora, cuido muito da pele, sou muito obcecado. Tudo começou com um protetor solar. Agora, hidratante, creme para os olhos, esfoliante, sabonete especial, tônicos e outras coisas. Tudo para deixar a pele bem show. (…) Resolvi deixar meu cabelo crescer antes dos 30, mirei no Kurt Cobain e vamos ver se chega lá. Ele está num momento difícil, não estou muito feliz com ele agora, mas quando eu coloco uma coisa na cabeça… Me aguardem!
/
Esta é a maneira como @viamagalhaes mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma.

Foto: @ludmilabernardi
“Eu uso um pouco de corretivo porque tenho muita olheira, geneticamente falando. Não é nem exatamente para esconder, mais para suavizar um pouco. Tenho preguiça de usar muito mais, um pouquinho de blush só, porque a gente passa o dia inteiro no escritório… Não dá, né? Agora, cuido muito da pele, sou muito obcecado. Tudo começou com um protetor solar. Agora, hidratante, creme para os olhos, esfoliante, sabonete especial, tônicos e outras coisas. Tudo para deixar a pele bem show. (…) Resolvi deixar meu cabelo crescer antes dos 30, mirei no Kurt Cobain e vamos ver se chega lá. Ele está num momento difícil, não estou muito feliz com ele agora, mas quando eu coloco uma coisa na cabeça… Me aguardem!" / Esta é a maneira como @viamagalhaes mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma. Foto: @ludmilabernardi
 
2017-09-19 14:29:53
ellebrasil Eu não me imagino de black power, não me imagino de tranças. Eu já tive quando era mais nova, mas hoje esse cabelo me representa. Esse cabelo sou eu, e eu não sou menos negra por causa disso. Não vou mudar porque agora falam ah, para você ser empoderada, você tem que ser black power. Algumas pessoas realmente alisam o cabelo porque elas se escondem do que elas são, porque a sociedade impõe isso, mas eu não me sinto assim. Eu me conheço realmente muito bem, sei de onde eu vim, sei como o meu cabelo é, e eu não tenho vergonha disso. Todo mundo tem que ter a liberdade de fazer o que quiser. /
Esta é a maneira como @laricunegundes mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma.

Foto: @ludmilabernardi
"Eu não me imagino de black power, não me imagino de tranças. Eu já tive quando era mais nova, mas hoje esse cabelo me representa. Esse cabelo sou eu, e eu não sou menos negra por causa disso. Não vou mudar porque agora falam "ah, para você ser empoderada, você tem que ser black power". Algumas pessoas realmente alisam o cabelo porque elas se escondem do que elas são, porque a sociedade impõe isso, mas eu não me sinto assim. Eu me conheço realmente muito bem, sei de onde eu vim, sei como o meu cabelo é, e eu não tenho vergonha disso. Todo mundo tem que ter a liberdade de fazer o que quiser." / Esta é a maneira como @laricunegundes mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma. Foto: @ludmilabernardi
2017-09-19 14:01:00
 
ellebrasil “Eu sou meio espanhola e meio japonesa. É complicado de entender, mas no fim das contas sou uma brasileira nascida no Japão. Em junho do ano passado, descobri um grupo de militância feminista e asiático que se chama Lótus, idealizado pela @rycca.lee e foi muito importante pra mim. (…) Eu comecei a perceber que meu corpo não é branco. Porque quem é mestiço sempre acaba ficando na dúvida. Recentemente, me reconheci asiática e aprendi a gostar disso: do meu olho, da textura do meu cabelo e de tantas outras características. Quando eu era mais nova, não gostava de nada disso. Implicava muito com a pálpebra que não era funda, principalmente. Tinha até uma obsessão em fazer com que ela parecesse menos proeminente usando um monte de maquiagem. Eu me sinto mais inteira hoje. Tanto que minha maquiagem passa longe da base e brinca exatamente com o meu olho, que eu tanto odiava. Gosto de cores blocadas, delineadores geométricos, uso meu rosto como uma tela em branco.
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Esta é a maneira como @arissabaeza mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma.

Foto: @ludmilabernardi
“Eu sou meio espanhola e meio japonesa. É complicado de entender, mas no fim das contas sou uma brasileira nascida no Japão. Em junho do ano passado, descobri um grupo de militância feminista e asiático que se chama Lótus, idealizado pela @rycca.lee e foi muito importante pra mim. (…) Eu comecei a perceber que meu corpo não é branco. Porque quem é mestiço sempre acaba ficando na dúvida. Recentemente, me reconheci asiática e aprendi a gostar disso: do meu olho, da textura do meu cabelo e de tantas outras características. Quando eu era mais nova, não gostava de nada disso. Implicava muito com a pálpebra que não era funda, principalmente. Tinha até uma obsessão em fazer com que ela parecesse menos proeminente usando um monte de maquiagem. Eu me sinto mais inteira hoje. Tanto que minha maquiagem passa longe da base e brinca exatamente com o meu olho, que eu tanto odiava. Gosto de cores blocadas, delineadores geométricos, uso meu rosto como uma tela em branco." / Esta é a maneira como @arissabaeza mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma. Foto: @ludmilabernardi
 
2017-09-19 13:29:54
ellebrasil A minha relação com a maquiagem começou em 2006, quando eu estava no teatro. A gente tinha algumas aulas sobre o assunto por lá, mas eu não tinha tanto interesse nele, ainda. Em 2011, no entanto, a Aretha de fato surgiu e o jogo virou: tinha um amigo que me ajudava com o make, resgatei meus conhecimentos de anos atrás e, com o tempo, fui aprimorando minhas habilidades. Quando comecei, mergulhei em referências à la Grace Jones para montar o meu visual. Em 2015 - quando passei a fazer tutoriais de maquiagem na internet pelo coletivo DRAG-se - decidi dividir conhecimento e fui fazer o que ainda não existia: passo a passo e dicas para maquiar a pele negra. Até porque, cadê as drags negras? Cadê as minhas parceiras de crime? Felizmente, hoje as pessoas me mandam menos mensagens com dúvidas porque mais conteúdo está sendo produzido e tem mais produtos no mercado disponíveis, mas até hoje recebo notificações de gente agradecendo pelos vídeos daquela época.
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Esta é a maneira como @arethasadick mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma.

Foto: @ludmilabernardi
"A minha relação com a maquiagem começou em 2006, quando eu estava no teatro. A gente tinha algumas aulas sobre o assunto por lá, mas eu não tinha tanto interesse nele, ainda. Em 2011, no entanto, a Aretha de fato surgiu e o jogo virou: tinha um amigo que me ajudava com o make, resgatei meus conhecimentos de anos atrás e, com o tempo, fui aprimorando minhas habilidades. Quando comecei, mergulhei em referências à la Grace Jones para montar o meu visual. Em 2015 - quando passei a fazer tutoriais de maquiagem na internet pelo coletivo DRAG-se - decidi dividir conhecimento e fui fazer o que ainda não existia: passo a passo e dicas para maquiar a pele negra. Até porque, cadê as drags negras? Cadê as minhas parceiras de crime? Felizmente, hoje as pessoas me mandam menos mensagens com dúvidas porque mais conteúdo está sendo produzido e tem mais produtos no mercado disponíveis, mas até hoje recebo notificações de gente agradecendo pelos vídeos daquela época." / Esta é a maneira como @arethasadick mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma. Foto: @ludmilabernardi
2017-09-19 13:00:56
 
ellebrasil Meu cabelo tem diferentes texturas, ainda mais agora que está descolorido, o que faz com que as pontas fiquem muito secas e com frizz, às vezes. Antigamente, quando eu era adolescente, isso me faria querer estar sempre de escova feita, mas me libertei disso há anos. Eu mesma me viro e isso vale pra tudo, na medida do possível: cabelo, maquiagem, roupa… (…) Quando eu decidi descolorir e pintar de cor-de-rosa, muitos cabeleireiros me desencorajaram: 'Ah, você vai virar escrava do cabelo', diziam. Ou então: 'Você já viu alguém que use essa cor e ainda tenha um cabelo saudável?' Aí, em Londres, achei um kit baratinho para fazer isso em casa. Chamei minha filha e um amigo e fizemos. Sem medo! Ficou manchado, estranho, mas ainda assim gostei. A gente precisa entender que cabelo é isso: não dá para estar sempre perfeito. Hoje, ele já perdeu o viço, está desbotado, já tem raiz e os branquinhos estão aparecendo. O negócio é você se sentir bem com aquilo que você tem e não ficar se comparando com os outros. É pra se divertir um pouco, sabe?
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Esta é a maneira como @camilayahn mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma.

Foto: @ludmilabernardi
"Meu cabelo tem diferentes texturas, ainda mais agora que está descolorido, o que faz com que as pontas fiquem muito secas e com frizz, às vezes. Antigamente, quando eu era adolescente, isso me faria querer estar sempre de escova feita, mas me libertei disso há anos. Eu mesma me viro e isso vale pra tudo, na medida do possível: cabelo, maquiagem, roupa… (…) Quando eu decidi descolorir e pintar de cor-de-rosa, muitos cabeleireiros me desencorajaram: 'Ah, você vai virar escrava do cabelo', diziam. Ou então: 'Você já viu alguém que use essa cor e ainda tenha um cabelo saudável?' Aí, em Londres, achei um kit baratinho para fazer isso em casa. Chamei minha filha e um amigo e fizemos. Sem medo! Ficou manchado, estranho, mas ainda assim gostei. A gente precisa entender que cabelo é isso: não dá para estar sempre perfeito. Hoje, ele já perdeu o viço, está desbotado, já tem raiz e os branquinhos estão aparecendo. O negócio é você se sentir bem com aquilo que você tem e não ficar se comparando com os outros. É pra se divertir um pouco, sabe?" / Esta é a maneira como @camilayahn mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma. Foto: @ludmilabernardi
 
2017-09-19 12:30:05
ellebrasil “Minha mãe nunca foi muito chegada a maquiagem. Ninguém da minha família, na verdade. Então minhas primeiras referências nesse universo foram as divas pop que eu amava. Quando era mais jovem, vivia com makes supercoloridos porque era muito fã da Madonna e da Cyndi Lauper. Se antes as pessoas tiravam sarro de mim (eu estava aprendendo, fazia vários borrões), hoje essa é uma das principais maneiras como eu me expresso, como eu mostro quem eu sou: no palco ou na vida. A maquiagem que eu estou usando agora, eu uso todo o dia. O mesmo vale para o cabelo: parei no loiro, mas fico mudando como todo mundo. Ao passar por diferentes fases da vida, diferentes cortes e penteados vão surgindo
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Esta é a maneira como @geomesmo mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma.

Foto: @ludmilabernardi
“Minha mãe nunca foi muito chegada a maquiagem. Ninguém da minha família, na verdade. Então minhas primeiras referências nesse universo foram as divas pop que eu amava. Quando era mais jovem, vivia com makes supercoloridos porque era muito fã da Madonna e da Cyndi Lauper. Se antes as pessoas tiravam sarro de mim (eu estava aprendendo, fazia vários borrões), hoje essa é uma das principais maneiras como eu me expresso, como eu mostro quem eu sou: no palco ou na vida. A maquiagem que eu estou usando agora, eu uso todo o dia. O mesmo vale para o cabelo: parei no loiro, mas fico mudando como todo mundo. Ao passar por diferentes fases da vida, diferentes cortes e penteados vão surgindo" / Esta é a maneira como @geomesmo mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma. Foto: @ludmilabernardi
2017-09-19 12:06:34
 
ellebrasil Jogar água termal, tonificar, hidratar e fortalecer a pele virou um ritual que eu nunca tinha me permitido fazer por ter ódio de mim, como se eu não merecesse cuidar do meu rosto. Se por um lado eu sou viado, pelo outro eu sou gordo e, pra terminar, quando olho no espelho vejo um monte de assimetrias e, isso, para quem está começando a se abrir para a beleza é uma coisa muito difícil de entender. Finalmente estou começando a ver que isso não é feio, não é condenável. Pelo contrário, é o que faz com que eu seja quem eu sou. Esse tem sido um momento muito especial na minha vida, principalmente depois da capa da @aliciakeys, porque ela traz uma mensagem importante: a de olhar no espelho e não odiar aquilo que você está enxergando. Só isso. Já está de bom tamanho. Não preciso amar ou achar que é a coisa mais linda do mundo. Não é o caso. Mas decidi que vou cuidar dessa coisa que eu não sei o que é direito, mas que é minha. Eu mereço e vou cuidar.
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Esta é a maneira como @pedrojcamargo mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma.

Foto: @ludmilabernardi
"Jogar água termal, tonificar, hidratar e fortalecer a pele virou um ritual que eu nunca tinha me permitido fazer por ter ódio de mim, como se eu não merecesse cuidar do meu rosto. Se por um lado eu sou viado, pelo outro eu sou gordo e, pra terminar, quando olho no espelho vejo um monte de assimetrias e, isso, para quem está começando a se abrir para a beleza é uma coisa muito difícil de entender. Finalmente estou começando a ver que isso não é feio, não é condenável. Pelo contrário, é o que faz com que eu seja quem eu sou. Esse tem sido um momento muito especial na minha vida, principalmente depois da capa da @aliciakeys, porque ela traz uma mensagem importante: a de olhar no espelho e não odiar aquilo que você está enxergando. Só isso. Já está de bom tamanho. Não preciso amar ou achar que é a coisa mais linda do mundo. Não é o caso. Mas decidi que vou cuidar dessa coisa que eu não sei o que é direito, mas que é minha. Eu mereço e vou cuidar." / Esta é a maneira como @pedrojcamargo mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma. Foto: @ludmilabernardi
 
2017-09-19 11:30:18
ellebrasil “‘Nossa, você é japonesa, mas tem olhos grandes’, eu sempre gostei de ouvir isso porque considerava um elogio. Ficava feliz pelos meu traços ocidentais, e talvez por isso costumava usar coisas para deixar meus olhos ainda maiores, tipo lápis branco na linha d'água. Quando minhas amigas começaram a se maquiar muito para entrar na balada, eu tinha vontade de aplicar a mesma técnica, mas medo de ficar parecendo mais japonesa, tipo a Mulan. Acabei desencanando de usar make e acho que é por isso que minha pele é saudável atualmente. Ela respirou durante todos esses anos em que todo mundo ao meu redor tapava os poros com base. (…) Durante a vida, sempre odiei a possibilidade de ter algum apelido ligado a ser asiática porque tudo o que eu queria era ser como todas as minhas amigas, mas hoje estou muito mais leve. Corto o cabelo e pareço mais japonesa, aí enrolo e pareço menos, um dia depois do outro, sem me importar muito com isso. Sou só uma menina como qualquer outra, que acontece de ser mestiça.
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Esta é a maneira como @nathalialevy mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma.

Foto: @ludmilabernardi
“‘Nossa, você é japonesa, mas tem olhos grandes’, eu sempre gostei de ouvir isso porque considerava um elogio. Ficava feliz pelos meu traços ocidentais, e talvez por isso costumava usar coisas para deixar meus olhos ainda maiores, tipo lápis branco na linha d'água. Quando minhas amigas começaram a se maquiar muito para entrar na balada, eu tinha vontade de aplicar a mesma técnica, mas medo de ficar parecendo mais japonesa, tipo a Mulan. Acabei desencanando de usar make e acho que é por isso que minha pele é saudável atualmente. Ela respirou durante todos esses anos em que todo mundo ao meu redor tapava os poros com base. (…) Durante a vida, sempre odiei a possibilidade de ter algum apelido ligado a ser asiática porque tudo o que eu queria era ser como todas as minhas amigas, mas hoje estou muito mais leve. Corto o cabelo e pareço mais japonesa, aí enrolo e pareço menos, um dia depois do outro, sem me importar muito com isso. Sou só uma menina como qualquer outra, que acontece de ser mestiça." / Esta é a maneira como @nathalialevy mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma. Foto: @ludmilabernardi
2017-09-19 11:06:24
 
ellebrasil Eu costumava comprar bastante maquiagem, principalmente por acompanhar blogueiras. No entanto, quanto mais eu passava produtos para cobrir meu rosto, mais desesperada ficava. Pensava comigo: 'minha cara não tem solução', ou então, 'preciso comprar algo novo que dê mais resultado'. Quando começou essa onda de maquiagem molhada, percebi que não dava para usar toda aquela cobertura com a qual estava acostumada. Aí veio a @schon4sure e realmente mudou 100% a maneira como eu me relaciono com beleza. Acho que eu nunca tinha visto alguém na mídia que tem uma maneira tão diferente de pensar sobre maquiagem. Foi nessas que decidi pintar a sobrancelha e já estou pensando em pintar o cabelo também. Eu sei que os cachos podem dar uma quebrada, mas, sei lá, nem tudo precisa ser perfeito.
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Esta é a maneira como @julia.anadam mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma.

Foto: @ludmilabernardi
"Eu costumava comprar bastante maquiagem, principalmente por acompanhar blogueiras. No entanto, quanto mais eu passava produtos para cobrir meu rosto, mais desesperada ficava. Pensava comigo: 'minha cara não tem solução', ou então, 'preciso comprar algo novo que dê mais resultado'. Quando começou essa onda de maquiagem molhada, percebi que não dava para usar toda aquela cobertura com a qual estava acostumada. Aí veio a @schon4sure e realmente mudou 100% a maneira como eu me relaciono com beleza. Acho que eu nunca tinha visto alguém na mídia que tem uma maneira tão diferente de pensar sobre maquiagem. Foi nessas que decidi pintar a sobrancelha e já estou pensando em pintar o cabelo também. Eu sei que os cachos podem dar uma quebrada, mas, sei lá, nem tudo precisa ser perfeito." / Esta é a maneira como @julia.anadam mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma. Foto: @ludmilabernardi
 
2017-09-19 10:30:29
ellebrasil “Minha relação com beleza envolve diversão, evolução e auto-aceitação. Diversão porque os rituais de maquiagem e cuidados com a pele são feitos pra gente se sentir bem, relaxar. De evolução, porque eu sempre quis estar melhor com a beleza, comigo mesma, sem ter que me tornar uma outra pessoa. E auto-aceitação porque existe um limite que dali não passa e a gente tem que se conformar. Aliás, até dá para ter uma relação de querer ser um outro, mas o outro como um personagem momentâneo. Querer ser uma outra pessoa completamente diferente a todo momento não é mais um assunto de beleza, é um assunto de terapia. Buscar a beleza é algo perfeitamente compreensível: todo mundo quer ficar mais bonita. O problema é que o parâmetro para isso é padronizado e restrito. O que a gente precisa fazer é inventar novas maneiras de ser linda, porque esse ideal grego que existe aí é óbvio e chato. O legal é treinar o nosso olhar para enxergar mais beleza na gente e nos outros.
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Esta é a maneira como Carolina Vasone (@cvdebeaute) mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma.

Foto: @ludmilabernardi
“Minha relação com beleza envolve diversão, evolução e auto-aceitação. Diversão porque os rituais de maquiagem e cuidados com a pele são feitos pra gente se sentir bem, relaxar. De evolução, porque eu sempre quis estar melhor com a beleza, comigo mesma, sem ter que me tornar uma outra pessoa. E auto-aceitação porque existe um limite que dali não passa e a gente tem que se conformar. Aliás, até dá para ter uma relação de querer ser um outro, mas o outro como um personagem momentâneo. Querer ser uma outra pessoa completamente diferente a todo momento não é mais um assunto de beleza, é um assunto de terapia. Buscar a beleza é algo perfeitamente compreensível: todo mundo quer ficar mais bonita. O problema é que o parâmetro para isso é padronizado e restrito. O que a gente precisa fazer é inventar novas maneiras de ser linda, porque esse ideal grego que existe aí é óbvio e chato. O legal é treinar o nosso olhar para enxergar mais beleza na gente e nos outros." / Esta é a maneira como Carolina Vasone (@cvdebeaute) mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma. Foto: @ludmilabernardi
2017-09-19 10:14:35
 
ellebrasil “Tinha insegurança com tudo em relação à minha aparência: cabelo enrolado, sobrancelha grossa, meu nariz… Durante um bom tempo, passei maquiagem para tentar disfarçar as coisas que eu não gostava, e só me sentia bonita quando ficava mais parecida com as minhas amigas. Até porque sempre fui muito diferente delas. Fiz progressiva e mais um monte de coisas para tentar me encaixar no padrão de beleza mesmo sabendo que eu gostava de mim (os outros é que não). Quando meu cabelo voltou à textura natural, finalmente consegui dar o start num processo de aceitação. A entrada na ELLE foi um ponto de virada. Na minha entrevista estava toda maquiada, mas trabalhando aqui comecei a entender que existem mil tipos de beleza para além daquele padrão que a sociedade prega. Se a @nathalialevy não usa maquiagem, a @julia.anadam usa de um jeito muito louco, eu só tenho 18 anos, não preciso ficar me cobrindo tanto.
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Esta é a maneira como Giulia Tani mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma.

Foto: @ludmilabernardi
“Tinha insegurança com tudo em relação à minha aparência: cabelo enrolado, sobrancelha grossa, meu nariz… Durante um bom tempo, passei maquiagem para tentar disfarçar as coisas que eu não gostava, e só me sentia bonita quando ficava mais parecida com as minhas amigas. Até porque sempre fui muito diferente delas. Fiz progressiva e mais um monte de coisas para tentar me encaixar no padrão de beleza mesmo sabendo que eu gostava de mim (os outros é que não). Quando meu cabelo voltou à textura natural, finalmente consegui dar o start num processo de aceitação. A entrada na ELLE foi um ponto de virada. Na minha entrevista estava toda maquiada, mas trabalhando aqui comecei a entender que existem mil tipos de beleza para além daquele padrão que a sociedade prega. Se a @nathalialevy não usa maquiagem, a @julia.anadam usa de um jeito muito louco, eu só tenho 18 anos, não preciso ficar me cobrindo tanto." / Esta é a maneira como Giulia Tani mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma. Foto: @ludmilabernardi
 
2017-09-19 09:29:59
ellebrasil Comecei a usar maquiagem não como uma máscara, por não gostar de mim sem ela ou para me esconder, mas como uma brincadeira. Gosto do poder de me transformar em outra pessoa quando quero. Sou tímida e quando me monto para tocar à noite, por exemplo, me solto mais. Além disso, o momento em que me maquio é a única hora em que estou quieta, pensando no meu rosto, cuidando de mim e me autoconhecendo. Eu sou muito ansiosa, e parar na frente do espelho me acalma. Nunca aprendi a usar base e corretivo, e acho que isso tem me levado a tentar cuidar mais da pele. Apesar dessa ruga bem no meio da testa assustar um pouquinho, não sou uma pessoa encanada com marcas no rosto ou rugas. Tento melhorar de dentro para fora, em vez de ficar escondendo com maquiagem.
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Esta é a maneira como @flaviadurante mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma.

Foto: @ludmilabernardi
"Comecei a usar maquiagem não como uma máscara, por não gostar de mim sem ela ou para me esconder, mas como uma brincadeira. Gosto do poder de me transformar em outra pessoa quando quero. Sou tímida e quando me monto para tocar à noite, por exemplo, me solto mais. Além disso, o momento em que me maquio é a única hora em que estou quieta, pensando no meu rosto, cuidando de mim e me autoconhecendo. Eu sou muito ansiosa, e parar na frente do espelho me acalma. Nunca aprendi a usar base e corretivo, e acho que isso tem me levado a tentar cuidar mais da pele. Apesar dessa ruga bem no meio da testa assustar um pouquinho, não sou uma pessoa encanada com marcas no rosto ou rugas. Tento melhorar de dentro para fora, em vez de ficar escondendo com maquiagem". / Esta é a maneira como @flaviadurante mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma. Foto: @ludmilabernardi
2017-09-19 09:01:15
 
ellebrasil “Beleza é algo que eu gosto, mas que sempre tive consciência de que não era feita para mim. Sou gorda e a beleza não é feita para pessoas como eu. A sociedade não vê beleza nas pessoas gordas. Eu não me sentia bem-vinda nesse universo mesmo trabalhando com isso, mas continuei gostando de montação, de iluminador, de tudo... Eu lido com esse desagrado com uma vontade de ocupar, de resistir e de permanecer nesse meio. Fazer eles engolirem que eu estarei nesse mundo ainda que não queiram. Lá estarei eu no Fashion Week, gorda, com a roupa e o make que eu bem entender: atura ou surta.
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Esta é a maneira como @biagremion mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma.

Foto: @ludmilabernardi
“Beleza é algo que eu gosto, mas que sempre tive consciência de que não era feita para mim. Sou gorda e a beleza não é feita para pessoas como eu. A sociedade não vê beleza nas pessoas gordas. Eu não me sentia bem-vinda nesse universo mesmo trabalhando com isso, mas continuei gostando de montação, de iluminador, de tudo... Eu lido com esse desagrado com uma vontade de ocupar, de resistir e de permanecer nesse meio. Fazer eles engolirem que eu estarei nesse mundo ainda que não queiram. Lá estarei eu no Fashion Week, gorda, com a roupa e o make que eu bem entender: atura ou surta." / Esta é a maneira como @biagremion mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma. Foto: @ludmilabernardi
 
2017-09-19 08:29:59
ellebrasil “Antes da quimioterapia, eu já gostava de sair de casa maquiada. Era o meu jeito de gostar de mim. Sempre amei máscara, até porque, naquela época, meus cílios eram bem cheios: de cima, de baixo, um bafo! Durante o processo, a sobrancelha e os cílios caíram bastante, e eu ganhei olheiras muito mais intensas que antigamente. Por isso, acabei comprando um corretivo melhor e, pela primeira vez, tive que me preocupar em desenhar a sobrancelha. A maquiagem teve um papel primordial nesse momento pós-quimioterapia porque era um jeito de me olhar no espelho e continuar me reconhecendo. Eu pensava comigo: ‘está tudo bem’. E, claro, não ter mais o cabelão fez com que o rosto ficasse em evidência. Aliás, acho que quem tem o cabelo grande, cheio, acaba se escondendo por trás da imponência dele. Eu sinto que me descobri sem ele e nem sei se vou voltar a ter. Me descobri gata sem o cabelão, estou curtindo muito. O banho é tão mais rápido!
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Esta é a maneira como @mikaloussieh mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma.

Foto: @ludmilabernardi
“Antes da quimioterapia, eu já gostava de sair de casa maquiada. Era o meu jeito de gostar de mim. Sempre amei máscara, até porque, naquela época, meus cílios eram bem cheios: de cima, de baixo, um bafo! Durante o processo, a sobrancelha e os cílios caíram bastante, e eu ganhei olheiras muito mais intensas que antigamente. Por isso, acabei comprando um corretivo melhor e, pela primeira vez, tive que me preocupar em desenhar a sobrancelha. A maquiagem teve um papel primordial nesse momento pós-quimioterapia porque era um jeito de me olhar no espelho e continuar me reconhecendo. Eu pensava comigo: ‘está tudo bem’. E, claro, não ter mais o cabelão fez com que o rosto ficasse em evidência. Aliás, acho que quem tem o cabelo grande, cheio, acaba se escondendo por trás da imponência dele. Eu sinto que me descobri sem ele e nem sei se vou voltar a ter. Me descobri gata sem o cabelão, estou curtindo muito. O banho é tão mais rápido!" / Esta é a maneira como @mikaloussieh mostra a sua própria beleza. Assim como nossa capa #AliciaKeys, queremos inspirar um debate sobre usar maquiagem para se abrir para o mundo, e não para se esconder. Poste uma foto com a #VamosPensarSobreBeleza e conte na legenda qual é a versão mais original de você mesma. Foto: @ludmilabernardi